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Os Erros de Marketing que todos cometem.
1. Esquecer de capturar informação sobre os clientes.
Cedo ou tarde você vai acordar para o fato de que é mais
importante e barato para a empresa manter os clientes atuais
ativos. Quando isso acontecer, você vai perceber que você
não tem um banco de dados de clientes. Se você vai abrir a
sua empresa agora, não comece nada sem antes determinar qual
é o sistema de informação que irá armazenar as informações
dos seus clientes. Se você já tem uma empresa, faça isso
AGORA!
2. Esquecer de criar o Perfil do seu Cliente. Se você
é daqueles que fica contente em ver o telefone da sua
empresa tocar, sem saber exatamente quem está ligando,
porque e como essas pessoas chegaram até você, você está em
sérios apuros. Nenhum cliente é igual ao outro. Nem todos os
clientes merecem fazer negócios com você. Saber qual é o
perfil do seu cliente é essencial para ajudá-lo a ir atrás
dos clientes corretos.
3. Esquecer de valorizar o Contato com o Cliente. Uma
vez que o cliente compra da empresa, é comum a empresa
esquecer do cliente. Não faça isso. Porque se preocupar em
capturar novos clientes, se você pode vender mais para os
clientes atuais? Converse com os seus clientes com
Regularidade.
4. Esquecer de calcular quanto custa Capturar um Novo
Cliente. É comum quando as vendas estão baixas, aplicar
soluções rápidas como Reduzir Preços e Fazer Propaganda com
Promoções e Ofertas. Entretanto, você ficaria assustado se
parasse para calcular o quanto é caro atrair novos clientes.
Foco nos clientes que já compraram de você. Sempre!
5. Esquecer de calcular o quanto vale um Cliente.
Você vende uma vez, e não se preocupa em entender o Perfil
do cliente para descobrir novas possibilidades de vender
mais para o mesmo cliente. Um Cliente não é uma venda, um
cliente é um amigo para toda a vida.
6. Anunciar no lugar errado. Se você não sabe quem
são os seus clientes, você vai acabar por promover a sua
empresa no lugar errado. Que tipo de cliente você quer para
a sua empresa? Descreva-o em detalhes.
7. Vender Preço. Empresas que anunciam Preço Baixo
atraem clientes que pagam Preço Baixo. É isso que você quer
para a sua empresa? O que você acha que os seus clientes vão
fazer quando o seu concorrente reduzir os preços dele? Se
você procura por clientes que valorizam Valor e Serviços,
anuncie Valor e Serviços.
8. Esquecer de formatar os Diferenciais da empresa.
Quais são os diferenciais da sua empresa? Eles são
anunciados incansavelmente em todos os pontos de comunicação
com o cliente? Através da web, da força de vendas, dos
canais de distribuição, dos funcionários etc? Enquanto você
não tiver formatado de uma maneira MUITO clara quais são os
diferenciais da sua empresa, o seu cliente nunca irá saber
com certeza.
9. Usar o mesmo método de propaganda ano após ano sem
fazer nenhuma alteração. Para construir um negócio
sólido, você precisa utilizar da integração de várias
ferramentas de marketing: Equipe de Vendas, Alianças,
Relações Públicas, Marketing Direto, Internet etc.
Entretanto, essas atividades são eficazes quando utilizadas
em conjunto. Nunca use apenas um único método para fazer
propaganda da sua empresa.
10. Esquecer de Promover Benefícios. Por que você
compra o Produto A no lugar do Produto B? Porque você está
emocionalmente envolvido com ele. Você compra o produto A
porque alguém convenceu você emocionalmente de que o Produto
A irá trazer a satisfação emocional que você deseja. Não
promova as características do seu produto, promova os
Benefícios.
11. Negar que precisa fazer marketing. A grande
maioria das empresas só faz marketing quando as coisas estão
muito ruins ou quando as coisas estão muito boas. Não faça
isso. Faça Marketing TODOS OS DIAS. É a melhor segurança que
você pode dar ao seu negócio.
12. Assumir que os clientes entendem o que você vende.
Não interessa que negócio você esteja. Não assuma que o seu
cliente sabe tudo o que você faz. Preocupe-se em Educá-lo
TODOS OS DIAS sobre tudo que você pode fazer por ele.
13. Esquecer de pedir por Recomendações. Quem melhor
do que os seus clientes para promover a sua empresa? Nunca
esqueça de pedir a um cliente satisfeito para promover a sua
empresa e o que você faz aos amigos deles.
14. Fazer o que você acredita que é o melhor para o
cliente. Até que você pergunte ao cliente o que é melhor
para ele, não assuma que o que você faz é o melhor para ele.
Faça Pesquisas Rápidas para descobrir. Organize Grupos de
Discussão para compreender o que pensa os seus clientes.
Descubra o que as pessoas realmente desejam da sua empresa,
e então dê a elas.
15. Acreditar que os seus funcionários sabem o que você
sabe. Qual foi a última vez que você sentou com os seus
funcionários para conversar sobre Clientes? Você já explicou
aos seus funcionários o que os clientes sabem da empresa, e
o que você sabe dos clientes? Se você deseja que os seus
funcionários construam uma empresa de sucesso, você precisa
educá-los a fazer.
Agora você já sabe quais os erros que não deve cometer.
Então vamos colocar as mãos na massa e elaborar seu plano de
marketing.
Autor: Allan Magalhães -
Diretor de Marketing do CONJOVE ACIA
10 dicas para
se ter um site eficiente
Mais que ter um canal web de divulgação de seus serviços e
empresa, é importante que esse canal seja funcional e
eficiente. Hoje, mais que um luxo, ter um site é uma
necessidade. Seu site pode jogar contra ou ser uma
importante ferramenta complementar para seus negócios.
Ter uma agência ou produtora de confiança e talentosa é um
primeiro passo certeiro para chegar a esse objetivo. Para
saber se seu site foi feito ou está em mãos conhecedoras
veja se ele segue algumas dessas dicas. Se o profissional ou
empresa que está cuidando de seu site conhece e aplica boa
parte desses conceitos você está no caminho certo.
O site bem estruturado, com conteúdo relevante, arquitetura
bem desenhada, publicável dinamicamente e com usabilidade
eficiente devem ser o conjunto de elementos para converter a
visita em aceitação e o visitante em cliente.
Uma coisa é certa: Se seu site não atende a esta demanda,
algum concorrente irá atender...
01. Qual a missão do seu site?
Um bom site não é apenas bonito. Para ser eficiente um site
deve fazer bem o que se propõe, divulgar os serviços e ou
produtos da empresa. Estabelecer objetivo principal do site
é fundamental para fazê-lo cumprir sua missão.
Um bom site não é apenas um folder eletrônico, deve ser um
canal de relacionamento com os clientes. Cada segmento de
negócios possui características que definem o tipo de
conteúdo que o cliente procura no site.
Consultorias devem divulgar artigos e notícias, empresas de
treinamento podem divulgar calendários de cursos e lojas de
equipamentos eletrônicos podem divulgar dicas de uso.
02. Cuidado com as piruetas e animações em flash!
Animações exageradas e efeitos especiais já foi moda, mas a
tendência não pegou quando a internet passou a ser
comercial. Mais importante que imagens sofisticadas e
demonstrações de flash, seu site deve ser direto e respeitar
o tempo do visitante. Use sim imagens e animações, mas sem
dar a elas mais importância que o seu negócio.
03. Site desatualizado é como uma revista velha.
Se um visitante entra em seu site uma vez e vê um
conteúdo e depois de um período entra a segunda novamente e
vê exatamente o mesmo conteúdo, ele não perderá o tempo
entrando a terceira.
Mesmo que seja difícil, é importante que seu site traga
atrativos aos visitantes para que ele se interesse em voltar
e ao ver o conteúdo entenda que há uma atualização
constante.
04. Administrar o conteúdo do seu site não deve ser um
trabalho penoso.
Completando o tópico anterior, ao sabermos o quanto é
importante manter os conteúdos de seu site atualizado é
necessário compreender também que esse trabalho não deve ser
foco principal e muito menos despejar grande esforço e
tempo. Para isso os sistemas de administração de conteúdo já
comuns e obrigatórios. Escolha uma empresa que tenha um
sistema gestor de conteúdos que seja confiável, flexível e
fácil de usar.
05. Para o site o usuário é o cliente e deve ser levado
em consideração.
Um bom site é aquele que respeita, entende e prioriza a
usabilidade amigável e clara. Quando falamos de usabilidade
falamos da experiência que o usuário terá ao navegar em seu
site. Plataformas alternativas, com efeitos complexos e
difíceis de usar podem ser interessantes para concursos de
designers, mas para a internet comercial a compreensão do
usuário deve ser o foco principal da construção de um site.
Lembre-se de dar atenção aos diferentes tipos de usuários.
Dar opções claras de como voltar a primeira página, página
anterior, opção de ampliar o tamanho da letra ou ouvir o
texto em mp3 pode ser um diferenciais caprichosos que os
mais velhos vão valorizar e muito.
06. Arquitetura da informação gera sites eficientes e,
mesmo complexos, fáceis de navegar.
Seu site é fácil de navegar? O visitante encontra facilmente
o que deseja?
A arquitetura de informação é o planejamento correto de como
a informação deve ser estruturada de modo que a navegação
seja simplificada. Com isso, mesmo um site com muito
conteúdo parece simples de navegar.
07. Compreenda a importância dos elementos do seu site.
A usabilidade está relacionada à facilidade que o visitante
tem ao navegar no site. O link está corretamente destacado?
A imagem do banner possui um link para mais informações? O
link da imagem em destaque está CLARAMENTE fácil de
identificar como LINK? Essas são apenas algumas questões a
avaliar, mas tão importante quanto isso, identificar quais
elementos e informações dar mais destaque é também
fundamental.
08. O site bom mesmo é o site visitado.
Seu projeto web também precisa ser planejado para ficar
bem posicionado no Google e em outros mecanismos de busca.
Pesquisas mostram que os mecanismos de busca estão entre os
primeiros canais para se chegar a diferentes sites. Mas esse
é um assunto complexo que merece atenção. Para saber mais
sobre isso leia mais sobre otimização de sites para melhoria
de posicionamento em mecanismos de busca.
09. Promova a interatividade entre sua empresa e os
visitantes de seu site.
Conversas unilaterais sempre foram o fraco de antigas
mídias. A internet veio para facilitar a interação, use
desse recurso em seu site. Dê opções ao usuário de se
comunicar, seja para pedir-lhe informações, expressar
opiniões ou para fazer contatos diretos comerciais.
Para isso, o fundamental é uma página de contato com o
máximo de opções possível. Um formulário objetivo e simples
de contato, telefones, e-mail principal, Skype ou MSN se
possível e endereço.
Além disso a comunicação nos blogs corporativos já é bem
usada e eficiente para gerar essa interatividade.
10. Escolha um bom fornecedor.
Todo esse conhecimento é superficial. É importante saber
desses detalhes, mas um bom site deve ser feito por um bom
profissional.
Lembre-se que o barato muitas vezes sai caro. Ao invés de
pessoas com promessas baratas, prefira uma empresa com
experiência comprovada. O melhor é confiar em uma empresa
especializada, onde você poderá contar com um profissional
de desenho de estrutura, programadores e designers, todos
empenhados em usar o melhor da tecnologia disponível com o
conhecimento nivelado de cada técnica.
A dica é pesquisar uma boa empresa, pedir depoimentos sobre
seu trabalho e ver o portfólio de projetos realizados.
O site bem feito é aquele que atende aos requisitos técnicos
atuais, que tem objetivo claro e que consegue converter
visitante em cliente. E faça da internet o seu Canal de
Negócios.
Autor: Allan Magalhães -
www.canaldigital-pa.com.br
Afinal, como eu defino o potencial do meu cliente?
Segundo o Dicionário Michaelis: Potencial - po.ten.ci.al
adj m+f (potência+al3) 1 Pertencente ou relativo a potência.
2 Virtual. 3 Que exprime possibilidades. 4 Mec Diz-se da
energia dependente da posição ou natureza do corpo. 5 Med
Que não atua senão depois de certo tempo: Medicamento
potencial. 6 Gram Diz-se do modo verbal que designa a
possibilidade. sm 1 Força total dos meios disponíveis para
certo fim: O potencial industrial do Brasil. 2 Quantidade de
carga elétrica positiva de um corpo em relação à da terra ou
de um condutor ligado à terra, considerada zero. 3
Capacidade de trabalho em relação aos fatores que facilitam
ou dificultam a ação.
Dentro da minha vivência de implantação de softwares de CRM,
um dos pontos que sempre gera polêmica no projeto é o
momento que de definir as características e parâmetros do
potencial dos clientes.
Algumas empresas partem para curva ABC tradicional,
definindo faixas de potencial de acordo com o faturamento.
Outros apimentam esta visão somando dados financeiros como
inadimplência. Em outros momentos, são analisadas também
informações quantitativas como número de filiais, vendedores
e qualquer outra característica que possa ser mensurada e
que de alguma forma possa ajudar no dimensionamento de
tamanha do cliente.
Mas vamos analisar uma mesma situação com duas visões
diferentes. Uma empresa vende instalações de ar-condicionado
e o seu maior cliente, nos últimos 12 meses, foi uma empresa
que acabou de construir uma nova unidade. O cliente pagou em
dia todas as faturas e elogiou muito o serviço executado.
Vamos incluir também nesta história a informação que o
cliente não prevê ampliações de suas instalações ou muito
menos manutenções no local nos próximos 12 meses.
Em uma escala de zero a cem, onde o maior valor seria o
potencial máximo, qual seria o potencial deste cliente? Se
analisarmos a visão da curva ABC tradicional o valor seria
cem, em razão do seu histórico de compra. Agora se
analisarmos o potencial futuro de compra o valor seria zero.
Mas se encaminhássemos a visão dentro do contexto que um dos
melhores vendedores da empresa é o cliente satisfeito e por
esta razão a aaálise de potencial do nosso negócio não seria
feita somente por venda e sim pelo quanto o cliente pode
ajudar em novas vendas, o cliente da nossa história teria
cem em seu score de potencial.
Então o que fazer para definir o potencial do meu cliente?
Vamos recorrer ao dicionário para verificar se conseguimos
encontrar a melhor maneira de aplicar o conceito dentro da
visão de negócio. Pincelando uma das definições para a
palavra Potencial dentro do dicionário Michaelis temos; “1
Força total dos meios disponíveis para certo fim”.
É isso. Qual força estratégica que cada cliente tem? Qual o
objetivo fim que queremos ter com cada um dos meus clientes?
Ao respondermos estas perguntas utilizando como premissa os
objetivos de vender mais, fidelizar clientes e buscar
parceiras e novas referências para o nosso negócio, você
terá com certeza condições de estruturar quais atributos
serão utilizados pela sua empresa para definir o potencial
de cliente.Sugiro que esta visão seja segmentada conforme o
ciclo de vida do cliente. Desta forma é possível separar e
ranquear os clientes e conseqüentemente definir estratégias
de relacionamento para cada um deles.
Exemplificando:
Cliente | Classificação | Potencial de Compra | Potencial
Estratégico
1 Classe A
Alto Baixo
2 Classe A
Alto
Alto
3
Vip
Alto Alto
4 Primeira Compra
? ?
No exemplo acima, você tem um cliente classificado como A em
razão do faturamento, porém ainda sem um valor efetivamente
estratégico (1). Outro cliente classificado também como A e
com alto potencial estratégico. E outro cliente classificado
com “Vip”(3), que recebe esta classificação por ter alto
volume de compra, alto potencial estratégico e em razão de
atitudes positivas no relacionamento com sua empresa, virou
um parceiro e indicador de negócio.
É interessante também analisar os clientes novos (4). Se ele
receber uma boa qualificação é possível tentar identificar
qual será a classificação futuro deste cliente, ou no
contexto de compra, ou mesmo por valor estratégico.
Fica uma sugestão de “lição de casa”. Separe um grupo de
clientes e discuta com suas áreas de vendas e marketing,
quais características quantitativas e qualitativas seus
clientes possuem e o quanto eles interferem no seu negócio.
Quem sabe, durante este brainstorming você não se surpreende
de forma positiva, ao identificar padrões de compra e
clientes que podem ser utilizados para potencializar ainda
mais seus resultados e aperfeiçoar as suas estratégias.
Autor: Paulo Pereira Lucena Junior
- www.relacionamentodigital.com
12 passos para o
sucesso
Todos os dias defrontamo-nos com obstáculos pessoais e
profissionais que dificultam nosso trabalho. Mas, olhando
por outro ângulo, são esses mesmos obstáculos que enriquecem
nossas vidas - senão, qualquer um teria sucesso. Foi Moliere,
o escritor francês, que disse "Quanto maior o obstáculo,
maior a glória ao superá-lo". Mas é necessário um sistema
para aprender a enfrentar esses obstáculos e superá-los.
Vejamos quais são os 12 passos para o sucesso:
1) Estabeleça objetivos claros e específicos, e ponha-os no
papel: Dizer que quer ganhar mais dinheiro e ter mais tempo
livre, por exemplo, não é um bom objetivo. Ele é claro, mas
não é específico. Visualize seu objetivo de maneira clara e
específica e ponha-o no papel, pois isso o obriga a
concentrar seus esforços em busca de resultados, ao invés de
dispersá-los.
2) Sonhe - com os pés no chão: É importante ser realista.
Uma pesquisa realizada pela revista INC. entre os
presidentes e CEO's das 500 empresas que mais cresceram o
ano passado nos EUA, mostra que cerca de 40% dos
entrevistados não tinha planejado seu sucesso. Empresários
que multiplicaram seu faturamento por 5, 10 e até 20 vezes
num ano disseram que estavam tão ocupados trabalhando que
não tinham notado seu crescimento fantástico. Sonhar é bom,
principalmente para quebrar paradigmas e visualizar novas
realidades, mas, depois de feito isso, trabalhar geralmente
é bem mais produtivo.
3) Monte um cronograma: O tempo é hoje o recurso mais
escasso e valioso na face da Terra. A melhor maneira de
otimizá-lo é montando um cronograma, passo a passo, de tudo
que precisa ser feito para conquistar seu objetivo. Não é
necessário nada complicado: basta uma agenda semanal, com
tarefas diárias. Isso permite acompanhar seu progresso e
fazer pequenas correções de rota.
4) Faça revisões constantes: Precisamos relembrar, de tempos
em tempos, o que é exatamente que estamos perseguindo.
Afinal, quem disse que você é obrigado a seguir até a morte
um objetivo só porque você mesmo o estabeleceu há alguns
meses atrás? A vida muda, as coisas mudam, seus objetivos
também podem mudar. Por isso não deixe nunca de fazer as
revisões, mesmo que mentalmente, porque vale a pena.
5) Não desperdice recursos: Todos temos a tendência a sermos
meio centralizadores, principalmente com tarefas
importantes. O problema é que muitas vezes tentamos
reinventar a roda e nos esquecemos que muitas vezes pode
existir alguém que já passou pela mesma situação - e com
sucesso. Da próxima vez que estiver "empacado", saia do
escritório e vá fazer perguntas. Estamos na era da
Informação: aproveite e use-a!
6) Priorize atividades mais importantes: Algumas atividades
são chamadas de críticas porque, se atrasarem, põem em
perigo e atrasam o projeto inteiro. Outras coisas não: podem
ser deixadas sem problema para o último instante. Descubra
quais são as atividades mais importantes para atingir seus
objetivos, e dê-lhes prioridade total. Melhore a qualidade
desses esforços e você vai estar bem mais perto do sucesso.
7) Envolva as pessoas à sua volta: É muito mais motivador
trabalhar em busca de um resultado quando família, amigos e
colegas dão seu apoio. O envolvimento de outras pessoas cria
uma espécie de sinergia que ajuda a superar obstáculos. Além
disso, todos podem participar dando idéias e sugestões. Use
uma parte do seu tempo de maneira 'política', conquistando o
apoio e envolvimento das pessoas à sua volta -
principalmente sua 'cara-metade'. Nada como unir o útil ao
agradável: ser feliz fora do trabalho, acredite, aumenta sua
produtividade.
8) Não tome atalhos: Sucesso é 1% de inspiração e 99% de
transpiração. Levam-se dez anos para fazer sucesso da noite
para o dia. Sempre que ler a história de alguém que se deu
muito bem, em qualquer atividade humana, preste muita
atenção: 100% das vezes, sem exceção, você vai ver que essas
pessoas estavam dando duro há muito tempo. Se atalhos fossem
melhores, não teríamos estradas e nem avenidas.
9) Resolva seus problemas agora: Retorne rapidamente seus
e-mails e telefonemas. Escreva já aquela carta e fique livre
daquele peso o resto do dia. É a melhor maneira de aumentar
sua produtividade (e de dormir tranqüilo!).
10) Respeite sua intuição: Sobrecarregados de informação,
atolados até o pescoço em números, gráficos e relatórios,
pressionados constantemente a tomar decisões rápidas... a
verdade é que é difícil ser totalmente racional nessas
situações. A intuição, muitas vezes, nos manda recados sutis
de algumas coisas que não percebemos conscientemente. Ouça-a
com cuidado, principalmente ao lidar com pessoas. Quando lhe
der aquele friozinho na barriga, ou aquela vozinha lá no
fundo lhe sussurrar algo... preste muita atenção. Afinal,
não é um estranho mandando um recado. É você mesmo!
11) Pensamento positivo: Você acha que o Michael Schumacher
coloca gasolina de 2ª categoria na sua Ferrari? Então como
você acha que nosso cérebro pode trabalhar eficientemente
com todo o lixo que recebemos diariamente? Existem maneiras
de melhorar o seu combustível intelectual. Leia mais
histórias de sucesso, coisas engraçadas, fitas inspiradoras
ou motivacionais. Sua atitude para alcançar o sucesso é a
melhor ferramenta que você tem em suas mãos, por isso faça
do sentir-se bem uma de suas mais altas prioridades.
12) Siga seu plano - é hora de ação: O sucesso requer
equilíbrio entre planejar e fazer, entre o teórico e o
prático. Uma vez que você identifique como alcançar seus
objetivos, deixe de lado a indecisão. Muitas vezes a
diferença entre quem sonha com o sucesso, e aqueles que o
alcançam, está simplesmente na consistência de seus atos.
Pequenos passos e ações que, somados, separam os sonhadores
dos conquistadores. Como disse Woody Allen: "90% do sucesso
é simplesmente dar as caras”. Porque 90% das pessoas desiste
antes mesmo de começar.
Autor: Raúl Candeloro - www.relacionamentodigital.com
Como desenvolver um relacionamento eficiente com os
clientes?
Em primeiro lugar, deve-se definir o que é realcionamento:
Quanto mais se fala que as empresas não só devem, mas
precisam desenvolver relacionamentos com seus clientes,
percebemos como é difícil para estas empresas criarem seus
programas de Gestão de Relacionamento.
Por que isto acontece?
Por que falta, muitas vezes, o entendimento do que seja o
termo “relacionamento” e porque muitas vezes, as empresas só
se preocupam com o prospect, ou seja, buscam atrair novos
clientes e esquecem os clientes mais antigos, os fiéis,
falham de forma alarmante ao não compreenderem exatamente
quem são estes clientes.
E ai fica uma pergunta no ar. Cliente é só aquele que compra
de nossa empresa? Será?
Bom. Voltamos à descrição do que é relacionamento. Para nós,
relacionamento eficiente é conhecer o cliente, suas
necessidades e saber se comunicar com eficiência.
Conhecer os clientes significa ter uma visão 360º do
relacionamento. Ter todos os dados deste cliente disponível
em todos os departamentos, ter a capacidade de analisar
estes dados e finalmente transformar estes dados em
informações úteis.
Conhecer todos os tipos de clientes é fundamental para uma
ação mais eficiente. Não só aquele que compra da minha
empresa e está na lista de bons pagadores. É preciso
conhecer os “outros” tipos de clientes.
Mas quem são estes outros tipos?
Devemos considerar o mercado como algo muito mais abrangente
do que simplesmente clientes, prospects e concorrentes.
Ao identificarmos, por exemplo, a imprensa como um segmento
que necessita receber informações do que minha empresa faz
no mercado, não teremos aqui um tipo de Cliente?
Ao criarmos no nosso programa de Gestão de Relacionamento
com clientes, uma área onde iremos alimentar os meios de
comunicação através de releases, pesquisas e outras
informações úteis, não estaremos tendo do nosso lado, um
segmento que irá ser nosso parceiro e nos auxiliará
divulgando nossa empresa sempre que ela for notícia?
Outro segmento muitas vezes esquecido nos projetos de Gestão
de Relacionamento é o próprio público interno. Quantas vezes
os funcionários de determinada empresa são pegos de surpresa
quando lêem na imprensa ou recebem um contato de um cliente,
buscando determinada informação que ele recebeu e os
funcionários nem sabiam do que estava acontecendo?
E isto na Internet é muito mais freqüente. As empresas
investem num belo site e “esquecem” de informar seus
colaboradores do que existe no site da empresa.
Em determinada reunião com uma equipe de representantes, a
diretoria da empresa foi “surpreendida” com a informação de
que apenas 24% dos representantes conheciam o site da
empresa e somente 4% indicaram para os clientes e prospects
o endereço virtual.
Neste momento percebemos quanto é importante conhecer TODOS
os tipos de clientes.
Para um bom projeto de Gestão de Relacionamento com o
Mercado (substituímos o termo Cliente pelo termo Mercado,
muito mais abrangente, você não concorda?), é necessário
mapear TODAS as formas de contato com os clientes... E
definir os tipos de clientes.
Quais são mesmo os tipos de clientes que temos que
identificar?
Os de maior valor (CMV) e de maior potencial (CMP);
Os de referência;
Os formadores de opinião;
Os que auxiliam na melhoria do produto;
Os que possuem grande expressão social;
Os clientes com retorno negativo.
Para que isto é importante?
Para antecipar as necessidades dos clientes previamente
identificados e diferenciados para vender mais produtos e
serviços, superando suas expectativas com a finalidade de
ampliar o relacionamento.
E como vamos ampliar este relacionamento?
Definindo todas as etapas necessárias para um programa de
Gestão de Relacionamento.
Quais são estas etapas?
Definição e planejamento do modelo e da Estratégia de
Relacionamento a ser adotada;
Redesenho dos processos atuais relacionados aos contatos com
o cliente;
Escolha da solução e preparo do Plano de Transição;
Implantação dos novos processos.
Depois de termos mapeados nossos tipos de clientes,
definidas as etapas de implantação do programa de Gestão de
Relacionamento é necessário comunicar-se com o mercado.
Ah. De preferência de forma eficiente. É impressionante como
vemos empresas que investem fortunas em desenvolvimento de
produtos e esquece do básico.
Saber se comunicar com o mercado.
E na Internet o problema agrava-se de tal maneira que muitos
sites que estão por ai hoje são 100.
100 serem encontrados nos principais mecanismos de busca...
100 qualquer audiência...
100 qualquer retorno aos contatos via WEBsite...
100 qualquer objetivo claro.
100 NADA!
Mas ai surge aquela figura “extremamente importante e
especialista em Marketing Digital” dentro da empresa que
diz:
“Estamos marcando nossa presença na WEB, através da
exposição de nossa marca”.
Bom. Um dia destes vamos falar de “Marcas Virtuais”. E que
me perdoem as agências de publicidade.
Autor: Paulo Roberto Kendzerski -
www.relacionamentodigital.com
MOTIVAÇÃO
PESSOAL
A Idade de Ser Feliz
Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-los
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver
apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida, a nossa própria imagem e semelhança e
vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.
Autor Desconhecido
MARKETING
PESSOAL
Uma marca que só você pode construir
Quase todos os profissionais sabem que devem investir no seu
marketing pessoal, porém poucos sabem como podem construir
uma marca pessoal.
Primeiramente, é importante dizer que investir em marketing
pessoal é apenas uma das maneiras de construir uma marca
pessoal.
Por isso, vou dar-lhe quatro dicas para construir uma marca
pessoal de sucesso:
Faça algo diferente
Profissionais que se destacam dos demais conseguem isso
porque são de algum modo diferentes. Fuja do que chamo de
comoditização profissional, ou seja, um monte de
profissionais sem nenhuma diferenciação.
A diferença pode ser conseguida por diversos modos, no
entanto, normalmente é pela somatória de várias coisas
pequenas que o profissional faz ou que seja bom que ele
conseguirá diferenciar-se.
Exemplificando, se você se destaca na criatividade,
destaque-se dos demais, por evidenciar o quanto é criativo e
como isso pode ser útil para o seu ambiente profissional.
Assim, quando pensarem em alguém criativo, o nome de quem
virá na mente dos seus pares?
Nunca passe despercebido
Quantas chances profissionais surgem de construir uma marca
pessoal e simplesmente são desperdiçadas por falta de
iniciativa por parte do profissional. Sempre aproveite
maneiras de deixar sua marca pessoal por onde passa.
Por exemplo, digamos que esteja fazendo um curso de longa
duração, como uma pós-graduação, será que algum ex-professor
lembrar-se-ia de você, só pelo nome, cerca de dois semestres
após ter-lhe dado aulas? Se você firmou sua marca pessoal,
isso não seria difícil. Isso poderia ser conseguido, por
exemplo, por oferecer artigos ou informações importantes, ou
por emprestar um livro ao seu professor.
Se você tem habilidades em comunicação, porque não se
oferecer para ministrar uma palestra sobre um assunto que
domine na sua faculdade? Isso pode ser o início de uma
construção de marca pessoal. Não importa o que você faça,
mas fuja da medianidade, por que são os melhores e os piores
que são lembrados, nunca os medianos.
Comunique-se adequadamente
Habilidade de comunicação é fundamental para a construção de
uma marca profissional. Pode até parecer estranho, mas
durante anos palestrando e desenvolvendo treinamentos
profissionais, aprendi que muito mais importante do que você
fala é como você fala.
As pessoas, de modo geral, admiram muito mais pessoas que
dizem coisas comuns de modo extraordinário do que aquelas
que dizem coisas extraordinárias de forma comum. Diante
disso, capriche nas apresentações. Se possuir bom humor ou
facilidade de fazer os outros rir, procure transmitir
informações com bom humor, mesmo quando tratar-se de
informações técnicas.
Nunca perca a platéia, deixando-a “dormir” ou “vaguear” em
seus discursos. Se puder transmitir algo em 30 minutos de
modo disperso, prefira fazer isso em 15 minutos de modo
emocionante. Lembre-se que informação é importante, mas
embalá-la para presente poderá torná-la em algo
inesquecível.
Faça algo pessoal com a qual possa orgulhar-se
Durante anos observando profissionais com marcas fortes,
aprendi que elas estão atreladas ao que o profissional é
como pessoa, bem como aos seus valores e realizações
pessoais.
Se dedicarmos todo nosso recurso em criar uma imagem
profissional, mas ela não refletir o que somos na vida real,
mais cedo ou tarde, isso irá prejudicar nossa reputação
profissional. Isso envolve os nossos valores e atributos
pessoais que devem ficar evidentes às pessoas em nossa
volta, principalmente hoje, onde cada vez mais caminhamos
para inseparabilidade entre vida profissional e pessoal.
As pessoas admiram aquelas que realizam algo extraordinário
em sentido pessoal, especialmente quando feito a outras
pessoas. Isso trás inúmeros benefícios pessoais, que vão da
auto-realização a ajuda prestada a outras pessoas.
Existem diversas maneiras que podemos realizar algo pessoal
com que podemos nos orgulhar, como por exemplo, auxiliar
pessoas em estado terminal, abrigos de idosos e crianças
carentes, voluntariar-se na sua área de atuação profissional
e muitos outros.
Existem também realizações na qual dedicamos uma vida
inteira ou parte dela, como a adoção e apadrinhamento de
crianças ou de parentes carentes e cuidados especiais a pais
idosos.
De qualquer modo, após dedicar tanto tempo e recursos nessas
atividades, aprendemos que somos mais beneficiados pelas
recompensas obtidas do que aqueles que de alguma maneira
ajudamos.
Com certeza, existem inúmeras outras maneiras para
construirmos a nossa Marca Pessoal, mas se você seguir essas
dicas, com certeza que estará investindo pesado na
consolidação da marca chamada VOCÊ.
Autor: Allan Magalhães - www.canaldigital-pa.com.br
O BOM HUMOR NO
AMBIENTE DE TRABALHO
Passamos grande parte dos dias trabalhando, lidando com
pessoas, equipes e com nossos superiores.
Freqüentemente somos pegos de surpresa em situações alheias
às nossas estimativas, ao planejamento, fora de nosso
controle.
Desenvolvemos nossas atividades muitas vezes sem todos os
recursos operacionais necessários, sem estrutura, com
equipamentos defasados, sem ar condicionado, com quedas de
conexões constantes e para completar, quase sempre
dependemos da formalização de determinada tarefa de alguém
que não possui o mesmo ritmo que o nosso, gerando atrasos
que nos trazem correrias, retrabalhos e horas extras.
Se ao ler o parágrafo acima você teve uma sensação de déjà
vu minha sugestão é a seguinte: sorria!
Ficar irritado, impaciente, rabugento e agressivo não
melhorará em nada os resultados em seu ambiente de trabalho,
ao contrário, sua aparência de pouca simpatia causará
distância dos colegas, os clientes reclamarão de você e seus
superiores afirmarão que você não possui equilíbrio
emocional e nem capacidade para trabalhar com as ferramentas
disponíveis.
Toda organização terá algo a mais para se melhorar, seja em
qualificação de seus profissionais, seja em procedimentos ou
estrutura. Assim como nós, as empresas passam por processos
constantes de melhorias e muitas destas são realizadas em
longo prazo.
Há vários estudos realizados sobre a importância do bom
humor no ambiente de trabalho. O psicólogo norte-americano
James Lin afirma que “quem ri junto, trabalha melhor” pois
as energias positivas vindas do bom humor e do sorriso
proporcionam a melhoria no ambiente de trabalho.
É certo também que as pessoas bem humoradas e sorridentes
desencadeiam um clima mais amigável e participativo dentro
do ambiente de trabalho, até pelo fato de que todos se
sentem com vontade de se aproximarem, dialogarem e trocarem
informações. Já esta situação ocorre de forma contrária em
lugares contaminados pelo mau humor das pessoas inibindo
quaisquer acessos positivos e carismáticos de terceiros.
Um ambiente bem humorado torna-se mais criativo e produtivo
enquanto um meio mal humorado é pessimista, menos flexível e
pouco criativo, apresentando ainda grandes resistências a
mudanças, e desta forma, limitado em seus resultados devido
à falta de motivação em buscar alternativas estimulantes
para realização das atividades.
Apesar da importância do bom humor no espaço de trabalho, é
necessário que esteja presente também nos níveis
hierárquicos mais elevados, pois são as referências para
toda a equipe de colaboradores.
Se os próprios Diretores de uma empresa, por exemplo, forem
extremamente fechados e mau-humorados irão refletir em toda
sua equipe, parte dessa imagem, minimizando o bom clima
entre os subordinados e automaticamente, reduzindo a
criatividade, produtividade, satisfação e motivação.
Para se conseguir o bom humor em um ambiente de trabalho,
além de ser um traço do perfil de cada indivíduo, é
necessário reconhecer algumas condições que geram a
satisfação profissional e também influenciam na escolha dos
candidatos. Irei relacionar algumas:
• Busque uma profissão em que possa desenvolver diariamente
o que você sabe fazer de melhor, e com a qual mais se
identifica;
• Busque sua felicidade. Não deixe para depois, não esconda
seus sentimentos. Lute pelo que realmente acredita;
• Se há alguma situação em que se sinta desconfortável,
resolva-a o quanto antes. Guardar este desconforto, apenas
aumentará seu desgaste;
• Aja sempre com naturalidade, seja você mesmo;
• Capacite-se com freqüência. Participe de cursos,
palestras, treinamentos, seminários. O aprendizado é
importante para manter-se atualizado e competitivo, além de
melhorar sua criatividade;
• Saiba ser tolerante com quem ainda não compreendeu seu
temperamento ou seu estilo de vida. Faça amigos, seja
pró-ativo e participativo.
Conte uma piada, converse, fale sobre algo que achou
interessante e sorria. Revele seu carisma e simpatia para
todos aqueles que dividem seu espaço. Mas lembre-se: sempre
com moderação.
Autor: Allan Magalhães - www.canaldigital-pa.com.br
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